Livro: Por esta cruz te matarei – Bruce Olson

26.08.14

Postado por Sandra

 

Já citamos esse livro no tumblr “Kazoku Ikuyo” que fizemos para relatar um pouco da nossa viagem em janeiro/14, aqui. Mas o objetivo desse post é descrever mais detalhadamente sobre o nosso chamado e um resumo maior do livro.

Foi num retiro de adolescentes da IMeL Pinheiros (em 1998), em Embura (já falamos dessa igreja aqui), que esse livro foi “eternizado” em nossas vidas. O nosso amigo-brother Luca foi o preletor, o tema era missões, e qual livro que ele utiliza em todas as pregações? Esse mesmo!

Éramos bem novinhos, ainda namorávamos, 20 e poucos anos na bagagem (faz um tempão!) e o nosso chamado missionário ocorreu justamente nesse retiro. Deus falou para cada um separadamente e, quando fomos contar ao outro, Ele havia falado a mesma coisa para nós dois. Mas é claro que a história não termina por aí, foram muitos anos se preparando para o dia que seríamos enviados: estudamos, casamos, amadurecemos, adotamos nossas duas pitocas, ouvimos muito a Deus. Ou seja, não foi de um dia para outro que resolvemos decidir ir para o Japão.

Se você tem um chamado específico de Deus, nosso conselho é: tenha paciência. Ore e espere pelo momento certo. Ele confirmará quando for a hora certa!

Livro Por Esta Cruz Te Matarei

Segue abaixo uma resenha desse livro. Quem ainda não leu, recomendamos a leitura!

“Bruce Olson é considerado um dos maiores missionários do século XX.

Aos dezenove anos, parte para Venezuela atendendo, assim, seu chamado missionário. Consegue chegar à tribo dos motilones, mas antes passara pela capital Caracas.

Sua paixão pelos índios fez com que ele sempre retomasse seu projeto de conhecê-los. Foi com um representante de uma petrolífera que conseguiu ir à tão sonhada floresta num avião da empresa e deixado lá sozinho. Pois ainda em Caracas soubera de um surto de sarampo que dizimou muitos índios e queria ajudar levando-lhes medicamentos.

Para sua surpresa chega a uma tribo que ele não esperava – os iucos. Mesmo assim Olson trabalha durante alguns meses nessa tribo até que algum índio o leve aos motilones.

Os motilones eram conhecidos por seu cruel tratamento contra os ‘homens brancos’, pois haviam matado alguns trabalhadores das empresas petrolíferas instaladas na região, e também pela capacidade de derrotar outras tribos indígenas em guerras. Por isso, os iucos tinham medo dos motilones e foi uma tarefa difícil convencê-los a levarem-no até eles. Depois de prometer alguns presentes ao grupo, Olson parte com os índios iucos ao destino desejado.

O grupo de índios percebendo a presença da tribo rival, foge e deixa Olson sozinho na mata que é atingido na perna por um flecha certeira. Levado à tribo, fica preso numa espécie de jaula. Por causa do ferimento, durante semanas agoniza de dor e febre até que resolve fugir da tribo.

Quando Olson foge da tribo é encontrado por um grupo de madeireiros que leva-o até Talamaque e depois a Bogotá. Na capital, recebe tratamento e volta para a tribo levando os medicamentos necessários para tratar à doença dos indígenas. Olson viveu muitos anos com os motilones e os ajudou a desenvolver uma agricultura sustentável e a melhorar sua saúde construindo postos de atendimento especializado. Ele desenvolveu uma união fraternal com o índio Cobaydra/Bobarishora, chamando carinhosamente de Bobby. Como os índios não conseguiam pronunciar o nome Bruce Olson chamaram-no de ‘Bruchko’.

Olson passou cinco anos entre os motilones sem falar uma palavra sobre Deus e Jesus Cristo. Até que numa oportunidade quando os índios estavam pranteando a morte de um parente começou a pregar a mensagem de Jesus Cristo encarnado que veio salvar todos os índios. Utilizou uma antiga lenda indígena para explicar como Jesus tornou-se homem e anunciou sua palavra com amor e, por fim, morreu e ressuscitou.

Por esta cruz te matarei é uma história comovente e edificante. Mostra as dificuldades das missões entre os indígenas, mas também a provisão de Deus em todos os aspectos.”

Veja a resenha completa neste link.

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Shinkansen – Trem-Bala

19.08.14

Postado por Rodolfo Veronese

 

O Japão é uma nação que anda sobre trilhos: sua malha ferroviária é algo impressionante! E também a regularidade, a qualidade e a pontualidade são impecáveis. Sem exagerar, dá para acertar o seu próprio relógio pelos trens. Se o trem está marcado às 8h03 na estação, não adianta chegar às 8h04 porque ele já terá partido.

Para nós brasileiros é um choque cultural e tanto, mas por fim você percebe que fica mais fácil planejar o dia sabendo os horários corretamente.

Em janeiro deste ano, nossa família teve a oportunidade de viajar de Tóquio para Hamamatsu usando o trem-bala (Shinkansen), e postamos o vídeo abaixo. Um trajeto que demoraria 4h30 de carro, levamos apenas 1h30, pois sua velocidade chega até 300 km/h.

É uma experiência muito legal, pois o trem-bala é muito confortável, prático e rápido, sem as trepidações, demoras do check-in e turbulências de um avião. Um pouco caro, mas valeu a experiência.

 

Shinkansen

Clique na imagem para assistir

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Igreja Metodista Livre de Embura

12.08.14

Postado por Rodolfo Veronese

 

Neste último domingo estivemos na IMeL Embura, que fica no extremo sul do município de São Paulo, depois de Parelheiros. Um lugar e uma igreja que tenho grande carinho. No terreno na IMeL Embura fica o acampamento da nossa denominação, o ACA Luz e Vida, que por décadas foi o lugar de retiros, DEDs (Acampamento Dente de Leite), acampamentos, EBFs (Escola Bíblica de Férias) e outros eventos.

embura - do fundo do baú
Além de tantas boas lembranças, foi nesse lugar que aconteceu um retiro de adolescentes da IMeL Pinheiros em 1991 que tive minha experiência de encontro com Cristo.
Depois disso foram muitos acampamentos, muitas noites de alegria, outras de choro, bagunças, sustos, serenatas na janela das meninas, brincadeiras na lama, futebol no campinho lá de trás e um medo danado daquela casa que ficava entre o refeitório e o templo, que foi derrubada e virou quadra.  Ufa!

Embura - divulgação
Sem dúvida, um lugar onde cresci e aprendi muito. E, no início do meu pastorado em Diadema, dávamos apoio pregando uma vez por mês lá, sempre com aqueles almoços maravilhosos depois do culto. Foi muito bom poder rever os irmãos e ver uma igreja viva que cresce se reunindo ali.
Agradecemos o convite e o tempo que tivemos juntos!

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Curiosidades aleatórias sobre nós

5.08.14

Postado por Sandra

 

• A Sandra gosta muito de “Grey’s Anatomy”. Mas também não perde um capítulo de “Game of Thrones”, influência do Rodolfo.  Valar Dohaeris!

• O Rodolfo está terminando o curso básico de japonês. Resumindo: sabe o “nihongo” melhor que a Sandra, que é descendente de japoneses!

• A Nicole falou desde muito pequena, e uma das primeiras palavras foi “mamão”! Isso aconteceu quando a Sandra lhe mostrou a fruta e perguntou, sem necessariamente almejar uma resposta: “O que é isso?”.

• A Vitória chora. E chora muito. Chora no filme Shrek, chora quando leva bronca, chora quando bate de leve a mão na mesa, chora, chora… Uma amiga até comentou “que menina hidratada!”.

curiosidades

• A Nicole, quando chega em casa da escola, nem dá bola para o pai. Vai direto para a mesa da Vivi, que normalmente está fazendo lição, e dá um abraço bem apertado.

• A Vitória é da geração saúde. Um dia, quando saímos com 2 famílias de amigos, todas as crianças estavam comendo McDonald’s, menos a Vivi… que preferiu comida japonesa. Bom, vamos para o país certo!

• Se existissem, de verdade, os Jedi (Guerra nas Estrelas), o Rodolfo seria um deles. Já tem até um sabre de luz. Só tomar cuidado para não virar um Sith!

• No fundo, no fundo, a Sandra é grunge, gosta de uma camisa xadrez e tal. Gosta de ir em shows de bandas que surgiram na onda grunge de Seattle!

• A Nicole sai correndo. Não importa onde estamos nem pra onde vamos. Simplesmente sai correndo com aquela cara de sapeca.

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