Calendário 2016 – free download!

30.09.15

Postado por Sandra

 

Todo mundo diz que 2015 está passando muito rápido e eu concordo com isso! Esse ano aconteceu a maior mudança da minha vida a ainda estou me organizando, mesmo depois de 9 meses de ter chegado ao Japão.

E algo fundamental para eu me planejar é ter um calendário e uma agenda. Eu tinha vontade de fazer algo aqui no blog para free download e achei essa ocasião uma boa oportunidade de criar um layout bonito e compartilhar com vocês: o calendário de 2016! Além de ser free, também é algo para vocês lembrarem da nossa família o ano inteiro.

calendário 2016

Cada mês tem uma cor e uma textura diferente e também tem um versículo, escolhido especialmente por mim.

 

calendário
Está no formato A4, um mês por página. Sugiro imprimir em um papel com a gramatura maior (mais grossinho) para ficar mais firme quando você utilizar. Você pode pendurar no mural, na porta, colar na parede, como quiser!

 

Clique aqui e faça o download do calendário 2016!

(2,5 Mb)

 

Depois me conte como ficou e onde colocou, vou ficar muito feliz em saber!

E para você que acha que 2016 ainda está muito longe, afinal ainda faltam 3 meses para acabar, segue um bônus: outubro, novembro e dezembro de 2015. Baixe e comece a usar agora!

 

Calendário 2015: outubro, novembro e dezembro. Baixe já!

(1,3 Mb)

 

E caso você queira um calendário personalizado, estou trabalhando como freelancer aqui no Japão e estou disponível para futuros trabalhos. Link do meu portfolio no Facebook: veja, curta e compartilhe!

 

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[Vídeo] Projeto Japão: 9 meses

23.09.15

Postado por Rodolfo Veronese

 

De tempos em tempos, para atualizar nossa igreja em Diadema gravamos um vídeo contando e mostrando um pouco do que vivemos aqui. Como nem todos tem acesso ao blog ou Facebook gostamos de fazer esse vídeo para passar no culto.
Segue então para aqueles que nos acompanham por aqui também.

Deus os abençoe!

 

vídeo 9 meses

Clique na imagem para assistir

 

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Como fazemos a limpeza de casa

16.09.15

Postado por Sandra

 

No Japão não há diaristas que fazem a limpeza das casas. Eu, pelo menos, não vi nenhuma. As próprias pessoas é que limpam seus lares, assim como na escola são os próprios alunos.

Mas aqui há muitas facilidades para nos ajudar nesse momento! O fato de você não entrar com os sapatos para dentro das casas (já falamos disso nesse post), para mim, já é meio caminho andado para que o chão da casa não fique muito sujo. Pelo menos a sujeira da rua não vai para dentro. Quando retornar ao Brasil, com certeza vou utilizar essa ideia. Então, se forem nos visitar, não vá de meia furada, rs!

Outro ponto que facilita são os produtos e os acessórios de limpeza. Tem um produto específico para cada tarefa, por exemplo, produto para limpar o fogão, outro para limpar o ofurô, outro para limpar o rejunte e assim vai… Outro dia procurei se existia um produto tipo Veja (que limpa qualquer coisa), e não encontrei. Outra coisa que não existe aqui são panos de chão, você utiliza uns pequenos panos para limpeza geral.

Para limpar o chão (que fica com muitos, muitos cabelos meus, quase cai uma peruca diariamente), uso um rolinho adesivo que vai grudando tudo, depois passo o aspirador. Existe uma espécie de rodo que vai um lencinho umedecido de limpeza grudado que dá para passar em todo o chão e depois é só descartar esse lenço. Muito prático!

Para a limpeza da privada também existe um lencinho próprio para essa finalidade. E nada de ficar jogando água e lavando todo o chão. A estrutura daqui não foi feita para isso. Então recorremos para os lencinhos de limpeza.

 

limpeza

O meu apartamento em São Paulo ficava próximo à Av. dos Bandeirantes, imaginem o barulho e o pó. Aqui a vida é mais tranquila e não moramos muito perto das avenidas, o que diminui o pó acumulado nos móveis. Para se ter ideia, você ouve os pássaros cantando e à noite dá para ouvir as cigarras.

Então, não estamos sofrendo muito para fazer a faxina e também podemos fazer por partes. As facilidades daqui ajudam muito e não podemos reclamar. Um dia quando vierem nos visitar, está convidado para participar desse momento cheiroso conosco!

 

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Otaku, Nerd, Geek e… Pastor?

9.09.15

Postado por Rodolfo Veronese

 

Eu sempre gostei de filmes, videogame, desenho animados, bonecos, miniaturas etc. Desde criança o mundo da imaginação me fascinava. Adorava desenhar as cenas de lutas épicas, de batalhas aéreas e heróis e monstros. Eu desenhava relativamente bem mas agora já estou sem prática.

Também bolava histórias complexas e roteiro de filmes, “projetados” em rolos de sulfite na caixa de sapato. Aliás gosto muito de uma boa história com ação, momentos dramáticos, reviravoltas no enredo, tramas bem boladas e passo horas assistindo uma série ou filme interessante. Quando me empolgo nada me segura. Para se ter idéia, li a trilogia do ˝O Senhor dos Anéis˝ em uma semana e o ˝Hobbit˝ em um dia! Descobri um jeito de não só ler, como também vivenciar a história com o RPG (Role-Playing Game), que nada mais era que a brincadeira de mocinho, herói e monstros com algumas regras. Passei várias noites acordado com os amigos na frente de fichas de personagem, dados, pizza e coca-cola!

Os videogames eram quase um caminho predestinado para mim, pois quando tinha apenas 5 anos, meu pai comprou um Atari e depois um Intelevision que ele ficava jogando com um primo noite adentro. Lembro até hoje quando ganhei meu Phantom System, o nintendinho da Gradiente, fiquei 6 horas seguidas jogando Gauntlet e pensei “acho que vou ter problemas com isso no futuro”. E eu estava certo, confesso aqui que já exagerei algumas vezes.

Além do videogame, outra influência do meu pai foi com o plastimodelismo. Apesar dele montar os aviões grandes que voavam de verdade, desde pequeno eu gostava mesmo era de pintar e montar os pequenos aviões e tanques. Não é um hobby tão conhecido mas quem foi menino nos anos 80 provavelmente deve ter tido um Revell. Me lembro de ouvir muitas vezes meu pai falando que eu tinha que ter paciência e esperar secar a cola ou a tinta, exatamente porque eu não tinha muita e meus modelos eram cheios de digitais das minhas mãos inquietas. Com o tempo aprendi a ter paciência como também as técnicas de pintura e fui melhorando.

Era vidrado nos desenhos animados e fã assumido de Piratas do Espaço, e eu não sabia que aquilo seria o começo do meu amor pelos animes. Na década de 90, como andava com o pessoal da igreja que eram na sua maioria nikkey, fui apresentado a algo que a galera do Brasil não conhecia, Dragon Ball! Tá certo que eu não entendia nada das conversas e não tinha legenda mas as lutas compensavam. A partir dali fui conhecendo cada vez mais o mundo dos animes e mangás, bem antes de virar moda no Brasil.

Por outro lado, tudo isso não chega perto da minha admiração pelo universo, história e efeitos especiais de Star Wars. Eu nem sei quando comecei a gostar, só lembro de ficar insistindo com meu pai para ir ver “O Império Contra-Ataca” no cinema mesmo sem ter idade para isso. Tenho pelo menos umas 5 versões da trilogia original, VHS, Remasterizada, DVD, DVD versão especial, Blu-Ray. Fora os bonecos, posters, capinha de celular, camisetas, toalhas e até chinelos da franquia.

rodolfo nerd

E aí eu me converti, conheci a Jesus e… continuei gostando disso tudo e, ao contrário do que dizem, não me afastei da fé, cresci em Deus e no ministério. Se isso tudo era do demônio como esbravejam, eu devo ter jogado, lido e assistido de um jeito muito errado, pois até virei pastor e missionário. Acho que é preciso ser crítico com tudo, pois existe muita coisa ruim sim, mas também muita coisa boa, histórias e exemplos que podem ser usados para ensinar bons valores. Eu prefiro ver Deus em tudo isso.

Sim, sou cristão, pastor, missionário e também nerd, geek, otaku, etc. Dá pra perceber que a sabedoria de Deus em me enviar para o país certo, não é mesmo?

 

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5 curiosidades do trânsito no Japão

2.09.15

Postado por Sandra

 

Neste post há 5 curiosidades do trânsito aqui no Japão, o que temos encontrado de diferente!

 

1. Mão inglesa

mão inglesa

Na hora de dirigir, o maior desafio foi ˝mudar a mente˝ para a mão inglesa. Tudo é ao contrário, desde o lado do motorista (sim, é do lado direito), até o sentido das ruas. Confesso que para atravessar uma rua a pé ou entrar em alguma rua dirigindo, ainda me atrapalho em ver de qual lado vem o carro. Uma solução é ficar olhando rapidamente os dois lados! O mesmo vale para a pista mais rápida e mais lenta, é tudo ao contrário.

E muitas vezes entro do lado errado do carro. Fecho a porta normalmente e só percebo quando a direção não está ali. Disfarço, saio, vou para o lado correto e torço para que ninguém tenha visto.

 

2. Quase todas as ruas são mão dupla

ruas estreitas

As ruas aqui perto de casa são razoavelmente largas, mas nas cidades maiores e mais antigas, tudo é muito estreito, às vezes mal passa um carro. Mas, surpresa: quase todas as ruas são mão dupla, mesmo as miseravelmente estreitas. O que fazer então se vier um carro no outro sentido? O jeito é se enfiar em uma garagem alheia e dar passagem.

As ruas são assim porque são milenares, e há muito tempo atrás não existiam os carros. Então a largura é aceitável porque só passavam as pessoas, cavalos, carruagens e os samurais!

 

3. Os japoneses dirigem devagar e pacientemente

Para quem estava acostumado com o trânsito-selvagem-louco-onde-todo-mundo-buzina de São Paulo, dirigir aqui tem sido muito tranquilo.

Normalmente, a velocidade média na cidade é 40 km/h (sim, você não leu errado!), então temos que dirigir mais devagar. Na prova de motorista, o máximo de velocidade permitido foi 40 km/h.

E a coisa mais difícil de ouvir por aqui são buzinas. Claro que já ouvimos, mas não na frequência de São Paulo. Os motoristas japoneses são bem mais pacientes e menos estressados.

Então, dirigir aqui tem sido quase uma terapia!

 

4. Alguns carros têm o nome engraçado

nomes carros

˝Vamos˝, ˝Diva˝, ˝Fuga˝, ˝Carol˝, ˝Passo˝, ˝Conte˝ parecem nomes jogados ao vento mas, por incrível que pareça, são nomes de carros aqui no Japão. Dá até para formar algumas frases com eles.

Tem muito mais nomes como ˝Esse˝, ˝Pastel˝, mas infelizmente não achei para fotografar, mas já vi na rua.

Ponto para a criatividade dos japoneses!

 

5. Você pode cruzar/entrar direto em praticamente todos os cruzamentos

cruzamento

No começo, dava a impressão que estava fazendo algo errado, mas aqui é super comum cruzarmos diretamente para entrar na rua, sem precisar fazer conversões/retornos como em São Paulo.

Como o trânsito é mais tranquilo e normalmente não tem ninguém querendo passar por cima de você, é altamente possível e todos respeitam sua vez de cruzar a rua.

No meio do cruzamento há um losango que indica onde você deve ficar para virar na rua. Dois carros em sentidos opostos ficam frente a frente, e quando dá, entram na rua desejada.

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