5 diferenças entre a Vitória e a Nicole

11.10.17

Postado por Sandra

 

As duas são tão diferentes que às vezes se dão super bem, brincam por muito tempo juntas, e tem horas que só interferindo para acabar com o estapeamento. Possuem características distintas e personalidades únicas, cada uma cumprindo um papel diferente dentro da nossa família. Vejam 5 diferenças entre elas:

1. A Nini é da espécie grudentinha (ama um abraço e um beijo) e a Vivi é mais arisca e não gosta muito que encostem nela por isso quando quer dar um abraço, temos que aproveitar.

2. A Vivi é chorona e a Nini é mais durona. Por exemplo, no momento que batia a cabeça quando era bebê, ficava brava com o objeto e consigo mesma e saia andando. Já a Vitória fazia, ou melhor, faz o maior drama mesmo na menor das batidinhas.

vivi e nini

3. A Vivi sempre gostou de frutas e comidas saudáveis e exóticas. Tanto que ao ser perguntada se tinha gostado de uma festa de aniversário, respondeu toda frustrada: – Não tinha nada de gostoso, só bolo e brigadeiro… A Nicole, por sua vez, já é tranqueirenta, gosta de massas e nunca dispensa um doce.

4. O que a Vi tem de preguiça e ˝mão mole˝, a Nini tem de ˝mão nervosa˝ e dificilmente fica parada no mesmo lugar mais que dois minutos, e isso realmente é um problema na sala de aula! Por outro lado está sempre disposta a ajudar nas tarefas da casa, algo de que a Vivi sempre foge!

5. A Nicole é super engraçada, tanto que em várias situações em que estávamos dando bronca, tivemos que segurar o riso ou mudar de ambiente… A Vitória já é mais ˝modelo˝ e gosta de posar para fotos. Ela já foi modelo infantil no Brasil e até fez um comercial.

Amamos muito as duas, cada uma com seu jeitinho e somos muito gratos a Deus pelas filhas maravilhosas que Ele nos deu.

 

 

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Julho em 5 fotos

2.08.17

Postado por Sandra

 

julho em 5 fotos

Acompanhe um pouco do que aconteceu no mês de julho através de 5 fotos!

1. Noryoku Shiken – A Sandra fez a prova de proficiência para o N4. O Rodolfo fez em dezembro do ano passado, e agora eles vão se preparar para o N3 – pelo menos o livro de estudo para esse nível já compramos!

2. Chegada ao Brasil – Depois de um tempo se preparando, finalmente chegou a hora da viagem! Foram quase 30 horas de vôo, mas graças a Deus tudo deu certo com as malas, a conexão e tudo o mais. Agora é aproveitar a família, os amigos e é claro, a comida!

3. Reencontro com a família – A Sandra e a Vitória estavam há 2 anos e meio sem ver a família aqui do Brasil e o reencontro foi emocionante. O Rodolfo e a Nicole vieram o ano passado, mas mesmo assim a saudade era grande.

4. Visita às igrejas – Todos os domingos que estivermos aqui visitaremos as igrejas e a primeira foi a igreja que tem nos apoiado e sustentado em oração: a IMeL Diadema. Somos muitíssimos gratos por tudo até aqui e esperamos continuar juntos nessa missão.

5. Vitória na EBF – A EBF (Escola Bíblica de Férias) da IMeL Diadema aconteceu no fim de julho e deu para a Vitória participar. A Sandra e o Rodolfo participaram de muitos acampamentos e sabem da importância que isso teve para o crescimento espiritual deles. A Vitória voltou muito feliz, contando toda animada o assunto das palestras, as músicas que cantou e as amizades que fez.

 

 

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Tag – mês dos namorados

21.06.17

Postado por Sandra

 

Encontramos essa tag na internet e seria uma boa ideia para fazermos nesse mês dos namorados. Segue um pouco sobre nossa história!

Onde se conheceram? No Camping 15-17, em Salesópolis

Em que ano se conheceram? 1993

Onde foi o primeiro beijo: no carro Gol da mãe do Rodolfo, em frente à Estação de Metrô Jabaquara.

Quanto tempo estão juntos? 7 anos de namoro + 16 de casados

Quem fez o pedido de namoro? Rodolfo

Quem é o mais ciumento? No início acho que era o Rodolfo. Hoje damos mais risada das situações.

Quem é o mais simpático? Não sabemos.

Quem é o mais bagunceiro? Rodolfo

Quem é o mais falante? Rodolfo

Quem é o mais engraçado? Rodolfo

Melhor motorista? Rodolfo! A Sandra é meio/inteiro perdida. Ainda bem que existe o Google Maps.

O mais guloso? Rodolfo, claro!

Quem bebe mais? Rodolfo. Mas a Sandra bebe água o dia inteiro, seja verão ou inverno.

Quem sempre pede desculpas? Rodolfo, a Sandra é ainda muito orgulhosa… rs!

Quem é mais briguento? O Rodolfo é mais impaciente, mas a Sandra não para de falar/reclamar (segundo as filhas). Coisa de mãe!

Quem se veste melhor? Sandra

Quem é o mais preguiçoso? Rodolfo

Quem nunca esquece das datas? Sandra

Quem gasta mais? Somos bem controlados, mas o Rodolfo gosta de gastar!

Quem é mais romântico? Rodolfo. A Sandra é meio que um cubo de gelo…

Quem fala mais alto? Rodolfo. Diz a lenda que ele é nascido na cachoeira.

Quem se atrasa? Rodolfo

Quem cozinha melhor? Sandra, foi forçada a cozinhar todos os dias no Japão!

Quem dança melhor? Rodolfo

Quem gosta mais de sair? Os dois!

Time do Casal? Sandra: nenhum. Rodolfo: Flamengo.

Um amor que só cresce ? Sim, com a graça de Deus! Apesar dos perrengues, dos arranca-rabo, das dificuldades, dia a dia temos crescido como pessoas e no relacionamento.

 

san e rô

 

 

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O que mais sentimos falta

10.08.16

Postado por Sandra

 

Da família e dos amigos. Simples assim. E toda vez que penso nesse assunto, dá um nó na garganta que preciso começar a pensar em outra coisa para não escorrer uma lágrima. E olha quem me conhece há algum tempo me descreve como “coração de pedra”!

Mas graças a Deus hoje temos a tecnologia ao nosso favor que diminui um pouco essa enorme distância. Minha mãe já sabe usar o Skype, apesar de já ter acordado meu tio ligando às 6h30 da manhã no Japão – isso é um mero detalhe! E outros programas e conversas on-line como WhatsApp, Line, Messenger, FaceTime têm ajudado quando a saudade aperta.

 

o que sentimos falta

 

O restante é administrável. A comida, por exemplo, no Japão temos alguns lugares que vendem produtos brasileiros, e cozinho o que a gente mais gosta, com algumas adaptações. Vou confessar que um requeijão com pão francês é algo que realmente sinto falta. Aqui tem requeijão mas é muito caro, já testamos algumas receitas mas a cremosidade não ficou parecida. O clima também já acostumamos mais e, como a maioria dos locais fechados são climatizados, não é um problema. A língua, com o passar do tempo e estudando diariamente, temos entendendo pouco a pouco mais, e algumas coisas estamos conseguindo autonomia. Estamos longe da fluência, mas o meu objetivo é a cada dia entender mais da língua japonesa.

Temos feitos muitos amigos aqui também, a maioria da igreja, mas outros de outros lugares: na aula de japonês, nas escola das meninas ou até dos trabalhos que tenho feito por aqui. Com os japoneses esse processo de amizade é um pouco mais devagar, mas aos poucos estamos estreitando os laços com eles.

Muito obrigada a todos que de vez em quando manda um recadinho ou interage no Facebook ou outro app, sinto que é Deus cuidando da gente através de cada mensagem. Meu coração se sente aquecido com o contato de vocês. Por favor, continuem!

 

 

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Viagem ao Brasil

20.07.16

Postado por Rodolfo Veronese

 

Voltamos são e salvos, eu e a Nicole! Foi uma aventura e tanto que vou tentar contar aqui para vocês.

Primeiro sobre o vôo, afinal foram pelo menos 24 horas dentro do ambiente fechado e apertado de um avião. E para minha surpresa, de forma geral a Nicole aguentou bem e se comportou com apenas alguns episódios de manha – o que é normal afinal nem nós adultos aguentamos tanto tempo sem ter o humor afetado. E nos vôos já tive uma pequena amostra do choque cultural que iria sofrer pois a diferença de comportamento dos passageiros do trecho Japão – Abu Dhabi e Abu Dhabi – São Paulo era bem grande!

Fizemos uma pequena pausa de 4 horas em Abu Dhabi onde conhecemos meio sem querer a família do Pr. Bruno que trabalha aqui no Japão também e foi muito legal ver essa coincidência divina. E o engraçado é que no começo os filhos deles estavam brincando com a Nicole e começamos a conversar em inglês para depois descobrir que éramos todos brasileiros. Também acabamos vindo no mesmo voo que o Pr. Carlos, que foi para o Brasil um período de retorno e descanso, a partir de Abu Dhabi.

Chegar em São Paulo depois de um ano e meio foi um experiência diferente, confesso que não achei que estranharia tanto as coisas com tão pouco tempo fora do país. Mais tenso porém foi ver que a Nicole levou um tempo para reconhecer os pais da Sandra e depois a cachorrinha que eles têm e que ela era muito chegada. Aí percebemos que a Nini saiu do Brasil em uma fase que a memória ainda não é bem formada e que ela esquece muita coisa e muitas pessoas também.

Depois disso foi matar a saudade dos Di e da Bá (Ditchan e Batchan, avô e avó em japonês), rever os tios, primo e conhecer a mais nova priminha. E claro lembrar dos mimos da Batchan. Além disso, matamos a saudade do pão francês com requeijão, mortadela e salame!

A semana que fiquei em São Paulo foi a mais cheia, pois além do casamento e o domingo na IMeL Diadema, encontramos com vários amigos e apoiadores da nossa missão. Vários jantares e churrascos gostosos!

E voltar a dirigir do lado esquerdo foi um desafio e tanto e admito que não consigo mais ligar a seta sem antes ligar o limpador de para-brisa, algo que ainda faço aqui no Japão. E que dirigi por uns 300 metros na contramão na estradinha que ia para um dos casamentos!

No primeiro sábado fui então realizar o primeiro casamento e, apesar de estar um pouco nervoso, foi muito divertido e uma honra, pois acompanhei o namoro do casal desde o comecinho e ver o amadurecimento deles e poder participar desse momento é um dos privilégios que tenho em ser pastor. Pude rever também muitos amigos que eram adolescentes quando eu comecei o pastorado.

Pregar na IMeL Diadema foi muito bom e inspirador. Que alegria ver a minha igreja base crescendo, amadurecendo e mudando pois haviam muitas pessoas novas e foi muito bom compartilhar aquilo que temos passado aqui para aqueles que tem sido nossos principais apoiadores. A Nini reencontrou os antigos amigos da igreja e parece ter se divertido no cultinho infantil.

Na semana seguinte fomos para a casa da minha mãe em São José dos Campos onde a Nini matou saudades da prima que gosta/briga tanto e eu de jogar videogame com a minha irmã até cair de sono. E claro, mais uma vez comer gostosuras, afinal a viagem era eu e a Nini, os dois mais gulosos de casa!

Fiz então o segundo casamento, mais uma vez de um casal que acompanhei desde o começo. A noiva era uma das mais chegadas quando eu era pastor e eu até dizia que era como se ela fosse uma filha para mim, por isso foi bem emocionante vê-la se casando. Sinto-me muito privilegiado de poder ter feito o casamento de alguns de meus melhores amigos.

No domingo seguinte preguei então na IMeL de São José dos Campos e que fazia parte de uma conferência missionária que eles organizaram com a minha participação e do Pr. Carlos. Foi muito bom rever os amigos de lá também e poder agradecer a igreja, pois a IMeL SJC sempre foi bem envolvida com missões e nos apoia bastante.

Por fim viemos embora bem cansados da rotina puxada desses dias, mas o mais difícil foi despedir da família e das pessoas queridas. Passar pela alfândega com os olhos cheios de lágrimas não foi fácil não. Deus porém, na sua sabedoria e sabendo nossos limites, deu-nos a benção de virmos com os quatro lugares do centro do avião vazios só para nós dois nos dois trechos da viagem.

Agradecemos a todos que nos receberam nesse tempo e em especial aos dois casais que me convidaram para realizar os casamentos e proporcionaram esse tempo para nós.

Foi um tempo corrido mas também de reflexões, tive choques culturais reversos e algumas experiências interessantes mas que ficarão para o próximo post.

 

Brasil 2016

 

 

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